BELA RECICLAGAEM! PASSANDO O TEMPO...
domingo, 28 de novembro de 2010 by Reciclagem de Artigos in

É angustiante essa invasão de pessoas que ditam normas e estratégias para melhorar a formação dos alunos, mas que não praticam essas teorias em suas ações. É apenas uma repetição de discurso bonito e moderno geralmente vindo de profissionais que não estão no dia-a-dia na sala de aula.
São muitos os modismos referenciados, mas nesse processo esta precisando é de união para fazer historia na educação, pois quando nos unimos como uma família de verdade terá com certeza uma estrutura forte capaz de vencer qualquer obstáculo.
Mesmo desanimados com os problemas que enfrentamos na educação, nunca devemos deixar de nos aperfeiçoar e dedicarmos cada vez mais. Porque as escolas passam a ser questionada e por vezes desacreditada, precisamos atuar de forma reflexiva para ensinar o caminho para os alunos andar com suas próprias pernas, e não com práticas repetitivas e sem questionamento.
Mas com a presença de alunos agentes e não só de ouvintes, mas de sujeitos singulares, capazes de tomar decisões e criadores de novos projetos de vida.
Pois presenciamos professores utilizando-se do status e da autoridade para validar sua posição, pensando fantasiosamente apenas na necessidade de fornecer conteúdos para que ocorra uma aprendizagem meramente mecânica.
Refletir sobre sua postura em sala de aula, não atuar como um apresentador, o aluno de hoje é um reflexo da sociedade em que vive, por isso é preciso criar um ambiente escolar de construção e exploração, e não um ambiente de transmissão onde o docente só poderá se mexer com o comando, a participação deve ser interativa, independente do material.
Para mudar a realidade atual e chegar aos objetivos precisam-se traçar metas, estabelecer regras claras com dialogo e persistência. Resgatar os valores da família, sem situações extremas como convocar os pais para equacionar situações conflitivas de sala de aula com as quais eles nada têm a ver diretamente. Sempre há conflito histórico de fronteira entre instituição família e escola. São bastante díspares em sua praticas infelizmente. Que cada qual cumpra bem a parte que lhe cabe.
Quanto à televisão ela torna a infância paradoxalmente mais monótona, e os professores lecionam, mas não tem métodos.
Educar é jamais desistir. Por isso fazemos a Palavra andar, correr, contaminar, e provocar.
O desafio ao professor esta na criatividade.
A mudança depende do professor que é o grande agente de mudanças, mudanças necessárias na escola.
O computador
Abre um leque de possibilidades ao aprendizado, é uma peça importante para desenvolver o potencial de cada um em determinada área de inteligência.
Se a informação era o poder, hoje com a internet o poder agora, é o conhecimento.
Professor e aluno devem aprender juntos a organizar as informações.
Língua Portuguesa:
Escrever não é mais que organizar intelectualmente.
Carência de informações para a compreensão do contexto.
Ter conhecimento da língua afinada com o ramo profissional em que atuará.
Proficiência – Conhecimento perfeito, capacidade, mestria. Utilidade, proveito
Será que esta havendo sintonia entre aquilo que se estuda teoricamente e o que a pratica do dia-a-dia exige?
Não deve haver separação entre os créditos teóricos e práticos, fundamentos e metodologias devem manter uma inter-relação constante.
A escola deve valorizar as diferentes habilidades dos alunos e não apenas a lógico-matematica e a lingüística, como é mais comum.
Para desenvolver as diversas inteligências a criança deve ser estimulada a resolver problemas e não só executar tarefas.
Quem tem vontade de crescer?
•Enfrentar as dificuldades com garra e determinação
•Conciliar estudo e trabalho
•Não deixar passar as boas oportunidades, independente da área.
•Continuar aperfeiçoando
Considera de bom nível o curso ministrado na FASB as disciplinas teóricas e práticas deve ser conjugadas sempre que possível.
É satisfatório o desempenho do grupo, progredimos de acordo com as perspectivas.
Desenvolver trabalhos com o objetivo de promover espaços de discussão sobre saúde, DST, alcoolismo, drogas através de ações educativas informativas.
Criar um ambiente de trabalho onde pratiquem seus conhecimentos dentro da instituição.
O estimulo de nossa ação esta em suas conseqüências.
No ambiente escolar às vezes acontece uma grande confusão com alunos e professores por falta de comunicação, um relacionamento integrante.
A escolha de gestores escolares por critérios políticos tem prejudicado a educação, sou a favor das eleições livres para que haja democracia nos colégios.
Será verdade que uma classe superlotada determina um ensino de má qualidade?
Sabemos que a qualidade do ensino depende de pratica didática, estrutura de recursos, remuneração dos docentes e nível cultural e econômico do grupo. Mas o que importa mesmo é a integração e a disciplina dos alunos, pois se a classe tiver 15 alunos desinteressados, de uma camada social baixa, famílias desestruturadas não vai haver aprendizagem nem qualidade de ensino.
O que dificulta numa sala superlotada é o sobrecarrego do professo para acompanhar individualmente cada aluno, e para avaliar.
Não há rendimento se não houver valorização do professor, se não houver recursos tecnológicos adequados para época, e se não houver reuniões sistemáticas para novas estratégias didáticas.
Num país em que educação escolar foi por séculos privilegio de uma minoria, afirmar seu valor social exige mudança de concepções há muito arraigadas.
Isonomia – igualdade face a lei
Isegoria – igualdade no direito á opinião.
VIAJE MAIS LEVE MAIS LIVRE!
Você vive a vida ou apenas passa por ela?
Que tipo de vida você deseja?
Com que bagagem você viaja pela vida?
O que é sucesso na vida? Tem gente que carrega tanto peso que não tem tempo de curtir a viagem. Não podemos perder a parte mais valiosa da aventura que é viver.
Excesso de bagagem é não curtir os amigos, não acompanhar o crescimento dos filhos porque sua agenda esta cheia de muita reunião importante.
Será que você precisa mesmo trabalhar no final de semana?
Não se pode perder momentos únicos como apresentação de seu filho na escola, aniversario de 10 anos de casamento. Esta na hora de rever o roteiro de viagem e verificar se a bagagem esta adequada ao destino que almeja.
Planeje antes e desfrute depois, como você quer percorrer o tempo de sua vida?
Com que viaje você vai viajar? Ter um destino em mente e levar como bagagem muito espírito de aventura, porque a viagem é tão importante quanto o destino.todas as pessoas querem fazer parte de alguma coisa maior que elas mesmas.
KAU

O diálogo entre pais e filhos
by Reciclagem de Artigos in


Recentemente tive a oportunidade de participar de um programa da TV UPF, que tinha como tema a questão do diálogo e da confiança entre pais e filhos, e a redução da maioridade penal. O programa foi articulado em torno da morte dos adolescentes Liana e Felipe, um casal de namorados assassinados, em São Paulo, por um outro adolescente. Quero transmitir um pouco do que fiquei pensando a partir destes temas, especificamente sobre diálogo e confiança entre os adolescentes e seus pais. A questão da maioridade penal é outro assunto polêmico, que deixo para outra oportunidade.

A mídia tem abordado o fato dos adolescentes mortos terem mentido para seus pais sobre o seu paradeiro naquele trágico final de semana. Abre-se, deste modo, um questionamento que busca entender por que os jovens na sua maioria mentem para seus pais, por que a relação entre pais e filhos é tão conflituada, especialmente no período da adolescência, marcado por discussões e brigas que podem ter todo o tipo de conseqüências. Os jovens cheios de dúvidas, angústias e medos e os pais... os pais também.

Contudo, essa história de conflitos e de situações enigmáticas inicia-se muito antes do tempo da adolescência. Vamos voltar atrás e pensar nessa relação dos pais com seus filhos desde seu início, sempre levando em conta que todos os sujeitos são singulares, cada um é único, assim como as relações que se estabelecem entre eles. Freud já nos falava que o psiquismo é estruturado a partir de um modelo vinculador, ou seja, a presença do outro é constituinte para o ser humano. O homem vem ao mundo sem saber quem é ou para que está aí, os pais que o recebem, estes sim se apóiam em um saber. É o vínculo com um outro semelhante que permite que o bebê conheça o mundo e a si mesmo. Assim a vida se constitui a partir de um fenômeno de busca, de encontro, de comunicação, de trocas, de perguntas e respostas. Uma necessidade que perdura vida afora.
Na adolescência, constatamos que existe um reviver de antigos conflitos infantis, um reencontro com desejos, que temporariamente haviam sido relegados a um segundo plano, num período que chamamos de latência, e que permite aos pequenos, lá pelo sexto ano de vida, uma tranqüilidade temporária para que haja espaço para o intelecto, para os números e as letras. Este tempo de calmaria dura até o início da puberdade, onde o que vemos é uma verdadeira metamorfose física acompanhada de profundas implicações psíquicas. O amadurecimento físico proporciona ao sujeito a possibilidade efetiva de concretizar sua sexualidade, o que exige dele um re-ordenamento de toda a sua vida psíquica.
É nesta fase da vida que revivemos nosso complexo de Édipo, que se caracteriza por desejos amorosos e hostis que a criança dirige à seus pais. O auge do complexo de Édipo, segundo Freud, é vivido entre os três e os cinco anos de idade, e passa por período de declínio durante a latência, voltando com força total na puberdade. A todo o ser humano é imposta a tarefa de dominar o complexo de Édipo, o que exige malabarismos do psiquismo e cujos resultados desempenham um papel fundamental na estruturação da personalidade e na orientação do desejo humano.
No começo da puberdade há um reinvestimento de desejos e interesses nos objetos de amor da sua primeira infância: os pais. Toda a luta do aparelho psíquico será para poder transformar esta escolha dos pais como objetos de amor (a menina que escolhe ao pai e o menino que escolhe a mãe), numa escolha que esteja em conformidade com o que pode ser aceito, ou seja, substitutos para esses primeiros objetos amorosos. A escolha de um objeto livre e desimpedido só é possível se na infância houve o interdito, onde o pai e a mãe puderam se recusar a esse lugar de objeto amoroso do filho, e mostraram que o lugar junto a eles já era ocupado por um outro, seu pai ou sua mãe, e que o pequeno tinha um lugar que era o seu lugar de filho de ambos. Neste processo a criança se identifica com alguns aspectos de seus pais, a mãe no caso da menina e o pai no caso do menino. Busca com isto ter para si características que dão valor aos pais, podendo desta forma ter ela própria o seu valor.
Tudo isto não acontece da noite para o dia, exige muito trabalho psíquico para dar conta dos excessos que adentram o aparelho psíquico da criança. Na puberdade tudo é aceso novamente, com uma grande diferença: todos esses desejos edipianos – é importante salientar que eles são sempre inconscientes - fazem parte de um sujeito que agora possui um corpo que biologicamente estará maduro para a sexualidade genital. Por isso neste tempo, tanto quanto na infância o interdito dos pais se faz necessário, a autoridade do pai e da mãe cumpre uma importante função ordenante neste psiquismo inundado por sensações físicas e por desejos agora possíveis de serem realizados.

A partir disto tentemos compreender um pouco dos movimentos "desobedientes", "desafiadores", "contestadores" dos jovens que questionam ativamente a autoridade e a ordem estabelecida até então. É, em muitos casos, uma busca à autolegitimação como autoridade. Comportamento que até certa medida tem um caráter estruturante, pois trata-se de um desejo de existir, de descobrir-se como pessoa, de constituir-se diferente dos pais. Uma tentativa de existir sozinho para poder fazer escolhas que mantenham a desejada distância dos pais, porque a proximidade pode ser angustiante, ainda mais naqueles casos em que os pais apresentam dificuldade para legitimar o seu lugar de autoridade e de interditores do desejo desenfreado que pode tomar conta do jovem adolescente.
Desejo de poder tudo, de ser indestrutível e imbatível, de viver tudo ao mesmo tempo, ainda que isto lhe ponha frente a riscos, comportamentos que dão conta de uma atitude competidora com os pais, fruto de um desejo de triunfo e de superação, que é ao mesmo tempo um pedido de contenção e uma ânsia por lugares bem definidos, onde os pais representam a ordem, a lei, que precisa vir de fora para que eles possam, por identificação, internalizá-las. De um lado, a negativa de toda a dependência; de outro, a falta da segurança e do conforto da infância.
Por parte dos pais existe o infantil/adolescente da sua própria história que é revivido ao acompanhar os filhos neste processo de desenvolvimento. Os pais frente a frente com sua própria história tem trabalho dobrado: dar conta do filho e de si, dos conflitos e desejos que também o habitam. Por vezes é neste momento que os pais abandonam seus lugares e deixam os filhos entregues a conflitos que sozinhos não podem dar conta. Um pai e uma mãe sempre sabem quando algo não vai bem com seus filhos. É esta verdade que precisa ser descoberta, que deve aparecer. O diálogo é o encontro com a verdade, ainda que ela seja trabalhosa e difícil, mas esse é o caminho para que o jovem sinta-se seguro, para que confie porque acredita que ali está alguém que pode dar conta dele, da sua brabeza, da raiva, das batidas de porta seguidas do som no último volume.Ao longo da vida dos filhos, os pais aprendem a mudar de atitude, a lidar com as aquisições que fazem, com a gradativa independência que vão conquistando, com a intimidade que precisa ser preservada. Porém mudar de atitude não significa mudar de lugar, o lugar de pai e de mãe sempre deve estar marcado e vigente.O vínculo deve ser o do amor, e ainda que o ódio esteja sempre beirando os pais tem o compromisso com a ética e a verdade. Quando isto parte deles é uma conseqüência que seus filhos as adquiram. Contudo, os pais não são os únicos responsáveis pelo destino de seus filhos. Desde muito cedo os sujeitos adquirem um modo muito próprio de conduzir-se e quando este não estiver a favor da vida, e no adolescente comecem a operar ações de destruição, este é um pedido de ajuda que precisa ser escutado, primeiro pelos pais, para que possa ser escutado depois por um analista.
Os pais precisam deixar seus filhos crescerem, confiando no vínculo que existe entre eles, tendo a atitude corajosa de descobrir este jogo que arma-se entre pais e filhos, de abrir e fechar portas que encobrem temas importantes e inquietantes, e que não deixam de existir por não serem desvendados. É preciso coragem para enveredar-se pelos caminhos dessa relação que sempre esconde algo a mais, por ser tão profunda e enraizada.
Claudia Piccolotto Concolatto – Psicóloga



RAÇÃO HUMANA
segunda-feira, 18 de outubro de 2010 by Reciclagem de Artigos in

Ingredientes:
Farelo de trigo, farelo de aveia, gérmen de trigo, farinha de linhaça dourada, gergelim, levada de cerveja, cacau em pó, guaraná em pó, açúcar mascavo, quinua real, farinha de maracujá, extrato de soja.
MODO DE USAR:
2 colheres (sopa) misturado ao suco, leite desnatado + 1 fruta ou apenas no leite.
Substituindo o café da manha e o jantar.
Pedidos: 9932-9283/9984-0072

Com Odisléia

Dinâmica do corpo humano
by Reciclagem de Artigos in

Esta atividade é muito divertida e trabalha: interação relacional, criatividade, substantivo comum, adjetivos, tamanhos, substantivo próprio, a evolução do homem, higiene e tantas outras questões que possam a imaginação criar.
Distribui-se 2 pedacinhos de papel para cada participante( podem participar até 66 pessoas da mesma atividade). Quanto mais participante mais interessante fica.
Primeiramente cada um escreve em um pedaço de papel uma parte do corpo. Não pode ser repetida( ex: dedo mínimo da mão direita). è falado para que não se repita. No outro pedaço de papel escreve-se uma qualidade daquela parte escolhida( grande, pequena, azul etc...)- esta pode ser repatida.
Após todos terem escrito as duas questões, pede-se que eles montem a figura desenhando cada um a sua parte, ou seja, terão que pensar no como iniciar o desenho, pois as vezes não se coloca a cabeça mas se coloca o cabelo e ai.......
Esta atividade é interessante pois acaba virando um monstro, mas voc~e trabalha com muitos itens ao mesmo tempo e ajuda a gravar conceitos que as vezes muitos tem dificuldade em memorizar.
Espero que ajude e seja divertido para voces também, como foi para o meu grupo.

10 REGRAS FÁCEIS PARA EDUCAR SEUS FILHOS
domingo, 15 de agosto de 2010 by Reciclagem de Artigos in

10 REGRAS FÁCEIS PARA EDUCAR SEUS FILHOS:

1 – As atitudes no dia-a-dia são mais importantes que os conselhos.
Os filhos aprendem muito mais observando o comportamento dos pais do que os ouvindo.

2 – Demonstre afeto incondicional por seu filho. Isso não o tornará mimado.
É muito saudável abraçar e beijar os filhos, independentemente da idade.

3 – Envolva-se com a vida de seu filho.
A falta de monitoramento aumenta os riscos deles se envolverem com drogas, álcool e delinqüência e de gravidez precoce.

4 – Mude a forma de tratar a criança de acordo com as etapas de crescimento.
A técnica que funciona em determinada idade é um desastre em outra.

5 – Estabeleça regras e limites desde cedo.
Com o tempo, eles ajudam seu filho a administrar o próprio comportamento.

6 – Encoraje seu filho a se tornar independente.
Muitos pais, erroneamente, associam a busca por independência à rebeldia, à desobediência e ao desrespeito.

7 – Seja coerente.
Se as regras do jogo mudam a cada dia, ou são esquecidas, a culpa pelo mau comportamento é dos pais, não da criança.

8 – Evite castigos e agressões verbais
A punição é necessária, mas acompanhada de violência ela tem efeito nocivo a curto e a longo prazo.

9 – Explique suas regras e decisões e ouça o ponto de vista de seu filho.
Ele aceitará suas ordens com mais facilidade se entender que elas fazem sentido.

10 – Trate seu filho com respeito.
A criança trata os outros da forma como é tratada pelos pais.

São regras que não precisam ser seguidas ao pé da letra, mas consideram que eles fornecem uma boa margem de segurança a pais, que, de outra forma, estariam desorientados diante do desafio de criar seus filhos.

Dicas de como educar os filhos sem brigas:

1. A criança deve ter uma rotina para sentir-se segura, pois saberá quais são as atividades do dia. A partir dos seis anos os horários podem ser mais flexíveis.

2. Os pais devem passar um tempo de qualidade com seus filhos e elogiá-los.

3. Quando for dar bronca, fique na mesma altura que seu filho. Esta técnica mostra consideração ao menor.

4. Converse com clareza e sempre explique o porquê de determinada atitude, comportamento ou punição.

5. Uma forma de ensinar conceitos de responsabilidade é incentivar seu filho a organizar os brinquedos e o quarto.

(Fonte: Jornal Metro – 27 de julho de 2010)






10 dicas para ensinar seus filhos a gostarem de ler:

Como pai (ou mãe), você é a pessoa que mais influencia na educação de seus filhos. Um dos seus (muitos) papéis é ajudá-los a aprenderem e a gostarem de ler.
Aqui estão algumas sugestões sobre como você pode ajudar a tornar a leitura uma experiência positiva, desde cedo
1. Escolha uma hora bem calma
Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.
2. Faça da leitura um prazer
A leitura precisa ser algo prazeiroso. Sente com seu filho. Tente não fazer pressão se ele ou ela estiverem indispostos. Se a criança perder interesse, faça algo diferente.
3. Mantenha o fluxo
Se ele pronunciar uma palavra errada, não interrompa imediatamente. Ao invés disso, dê a oportunidade para auto-correção. É melhor ensinar algumas palavras desconhecidas para manter o fluxo e o entendimento da frase do que insistir em fazê-lo pronunciar o som exato das letras.
4. Seja positivo
Se a criança diz algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.
5. Sucesso é a chave
Pais ansiosos para que seus filhos progridam podem, erroneamente, dar livros muito difíceis. Isso pode causar o efeito oposto ao que eles estão esperando. Lembre-se “Nada faz tanto sucesso quanto o sucesso”. Até que seu filho tenha adquirido mais confiança, é melhor continuar com livros fáceis. Pressioná-lo com um livro com muitas palavras desconhecidas não vai ajudar, muito pelo contrário. Não haverá fluxo, o texto não vai ser entendido e provavelmente a criança vai se tornar relutante com a leitura.
6. Visite a Biblioteca
Encoraje seu filho a retirar livros na biblioteca pública. Leve-o até lá e mostre, com calma, tudo que ele precisa.
7. Pratique regularmente
Tente ler com seu filho todos os dias da semana. “Pouco, mas freqüentemente” é a melhor estratégia. Os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.
8. Converse com o pimpolho
Provalvemente seu filho tem um dia de leitura na escola (Se não tem, vá lá e faça com que tenha, ora). Sempre converse com ele e faça comentários positivos. Assim a criança vê que você está interessado em seu progresso e que você valoriza a leitura.
9. Fale sobre os livros
Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre fale com seu filho sobre o livro, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim você vai ver como está o entendimento dele e poderá ajudá-lo a desenvolver uma boa interpretação.
10. Varie sempre
Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo, livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges).

http://www.lendo.org/dicas-para-incentivar-a-leitura-nas-criancas/


Família e Escola: parceria necessária
segunda-feira, 26 de abril de 2010 by Reciclagem de Artigos in

Por cerca de dois séculos, família e escola viveram em lua-de-mel. O que a escola determinava, fossem tarefas ou sanções, a família endossava. Assim, crianças e jovens sentiam, nas figuras de autoridade que as orientavam, coesão e homogeneidade. Com isso, o poder educacional das duas instituições alimentava-se mutuamente. E as novas gerações adquiriam seus valores e seus saberes (intelectuais e morais) sem maiores problemas. De repente, observa-se que já não existe essa fé: os pais parecem estar desconfiados de professores e vice-versa. É como se repentinamente o encantamento tivesse se quebrado. O comum hoje é os pais irem à escola questionar desde as tarefas escolares até a avaliação e o calendário, ou, depois de matricularem os filhos, entregarem à escola toda a problemática relacionada à educação (quer se trate de conteúdo ou de formação ética). Ambas as atitudes em nada contribuem para o crescimento intelectual e afetivo de nossas crianças. Se a relação está abalada, devemos buscar as causas para aplainar as arestas que muitas vezes nascem de idéias equivocadas, veiculadas por alarmistas que sequer detêm conhecimentos pedagógicos fundamentando suas críticas. Uma coisa, porém, é certa: quando pais não confiarem mais na escola (e vice-versa), o caos estará instalado e nossos filhos, perdidos.

Acompanhar e zelar para que os filhos recebam da escola a formação necessária é um direito e um dever dos pais. Não se trata, portanto, de postular que o “magister dixit” reencontre espaço numa época em que a razão e a consciência devem ser as molas-mestras das ações de todos. Trata-se antes de evitar que a desconfiança floresça, alimentada pela insegurança que permeia as relações sociais de hoje e que começa a minar também a crença da família na ação da escola.

Por que essa confiança se perdeu? Por vários motivos. Um deles é o fato de que muitos pais têm hoje conhecimentos que os tornam capazes de perceber falhas ocasionalmente cometidas pelas escolas. Mas esse seria o lado positivo, se não houvessem muitos conceitos mal compreendidos. Daí que, por vezes, as reclamações tornam-se infundadas. Reclamar é um direito. Resta saber, do quê e de que forma fazê-lo para não comprometer a confiança que nossos filhos depositam em seus mestres. Talvez seja muito mais perniciosa para uma criança a desconfiança em seus orientadores, do que o fato de esse sentimento ter ou não fundamento.

Algumas agências educacionais de fato atuam quase que exclusivamente voltadas para o lucro. Qualquer instituição tem que, obviamente, ser saudável administrativamente, o que significa arcar com os compromissos e sobreviver com dignidade. Mas quando se vê que algumas agem apenas em função do sucesso financeiro, pode-se compreender porque a confiança se esvai. A essa lógica equivocada, poderia contrapor que a melhor forma de tornar uma escola lucrativa é investindo na qualidade da educação. É uma fórmula quase milagrosa...

Outro fator é o crescente assoberbamento de funções dos professores: orientação sexual, ecológica, ética, de trânsito são algumas das tarefas que se somaram ao currículo, sem uma contrapartida de incremento de tempo e infra-estrutura que possibilitem um trabalho docente eficiente. O que também concorre para a falta de confiança na ação das escolas. Não significa, no entanto, que tudo está perdido, nem que todo professor trabalhe mal. Pelo contrário, em meio a tanta dificuldade - má remuneração, carga horária imensa, excesso de alunos em sala de aula, falta de limites e de recursos - encontramos milhares de educadores que não abandonam a luta por motivar, ensinar, formar e mostrar aos seus jovens alunos a beleza e o poder das idéias...

Decerto existem outros fatores que agravam o descasamento família/escola. Como, porém, enfrentar essa problemática antes que ela se torne irreversível? É claro que não podemos, num artigo, apresentar soluções para questões estruturais. No entanto, no que tange à relação família x escola, podemos partir de um olhar objetivo, sem preconceitos mútuos. Significa dizer que a solução imediata depende do desejo real de entendimento e harmonização de ambas as partes.

Por parte dos pais constitui, por exemplo, saber priorizar o que é essencial para que os filhos caminhem em direção ao saber e à socialização. Isso inclui posicionar o projeto pedagógico como o quesito “número um” na escolha da escola - e a confiança na opção feita, como base para uma parceria verdadeira.

Por parte da escola, compreende o oferecimento de estratégias eficazes de ensino, avaliação e recuperação. Sem falar da necessidade inquestionável de manter professores atualizados, com domínio de conteúdo e de metodologia. Inclui também, de ambas as partes, a compreensão do conceito de conflito como situação manejável e até enriquecedora, bem distinta de confronto. A presença dos pais na escola, trabalhada adequadamente, traz enfoques de grande valia para o processo pedagógico.

Fundamental é que a credibilidade da agência educadora seja mantida – para o bem dos nossos jovens e da sociedade como um todo.

Multidisciplinaridade; Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade
sábado, 10 de abril de 2010 by Reciclagem de Artigos in

Multidisciplinaridade; Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade
Inter = entre um e outro, entre dois, duplo
multi = muitos, múltiplos, multiplicação, diversos
trans = transferência, transformação, trânsito
Uma equipe Interdisciplinar, ou seja, entre umas e outras equipes.
Uma equipe multidisciplinar porque estão envolvidas mais do que duas equipes.
Equipe transdisciplinar porque ocorrem trocas entre o que é interno e o que é externo à nossa pesquisa
a grande diferença entre os três é que o interdisciplinar e o multidisciplinar estão ainda presos às disciplinas. Ao passo que o transdisciplinar quer ir além

No currículo escolar, sua importância para a Educação, assim como, sua contextualização/globalização dos conteúdos, competências a serem desenvolvidas, uma prática pedagógica que reúne tais características é justamente a Interdisciplinaridade. Com isto, o Ensino/Aprendizagem deve ser estruturado na Interdisciplinaridade, propondo uma integração das diferentes áreas do conhecimento, levando a sua unificação, cooperação e troca de informações cabendo, portanto, ao professor iniciar esse processo.
Realizar uma nova conexão entre a teoria e a prática na escola e comprovar se está sendo realizado um ensino globalizado. A intenção de que o aluno globalize os conteúdos e as aprendizagens é uma das orientações expressas pela atual reforma educativa, e também uma preocupação do professorado, pela adequação de seu trabalho à realidade social e cultural contemporânea.
O desenvolvimento de uma pedagogia, ou mais precisamente de uma pedagogia de projetos que possibilite ao professor criar suas próprias teorias e praticá-la relacionada com o que este trabalho proponha.

As definições teóricas conceituais sobre as relações entre as diferentes disciplinas podem se dar em três níveis de organização: Multidisciplinaridade; Interdisciplinaridade e mais recentemente a nova Transdisciplinaridade
A prática do ensino dos professores sendo transdisciplinar é diferente da prática de ensino dos professores interdisciplinar ou multidisciplinar e muito diferente da prática dos professores disciplinar.

A Multidisciplinaridade trata da integração de diferentes conteúdos de uma mesma disciplina, porém sem nenhuma preocupação de seus temas comuns sob sua própria ótica, articulando algumas vezes bibliografia, técnicas de ensino e procedimentos de avaliação de conteúdos. Na Multidisciplinaridade, recorremos a informações de várias matérias para estudar um determinado elemento, sem a preocupação de interligar as disciplinas entre si. Neste caso, cada matéria contribui com suas informações pertinentes ao seu campo de conhecimento, sem que houvesse uma real integração entre elas. Essa forma de relacionamento entre as disciplinas é a menos eficaz para a transferência de conhecimentos para os alunos

As disciplinas interagem entre si em distintas conexões, existe uma coordenação. O professor tentará formar o seu aluno a partir de tudo que ele estudou na sua vida. O ensino baseado na Interdisciplinaridade proporciona uma aprendizagem bem estruturada e rica, pois os conceitos estão organizados em torno de unidades mais globais, de estruturas conceituais e metodológicas compartilhadas por várias disciplinas, cabendo ao aluno a realização de sínteses sobre os temas estudados.
Quanto a Transdisciplinaridade é uma pedagogia de educação proposta recentemente, com vinculação à complexidade, do pensamento complexo e epistêmico, sendo tratado com muita propriedade por Edgar Morin. Nesta pedagogia as relações não iriam apenas de integração das diferentes disciplinas, está nova elaboração do Ensino/Aprendizagem e vão muito além; para ela não devem existir fronteiras entre áreas do conhecimento e à interação chega a um nível tão elevado que é praticamente impossível distinguir onde começa e onde termina cada disciplina.
Nesta pedagogia as relações entre as disciplinas consistem em proporcionar aos alunos, aos adolescentes que vão enfrentar o mundo do terceiro milênio, uma cultura, que lhes possibilitará articular, religar, contextualizar, situar-se num contexto e, se possível, globalizar, reunir os conhecimentos que foram adquiridos em toda à sua vida.

Esse novo paradigma da complexidade e também que trata da nova Transdisciplinaridade é implica na reforma do pensamento dentro do processo de ensino/Aprendizagem, portanto, deve gerar-se a partir dos próprios professores e não do exterior, também contém uma necessidade social-chave, que é colocada por MORIN
(op.cit.) “formar cidadãos capazes de enfrentar os problemas de seu tempo”. Uma mudança dessa escala deve ser desenvolvida no Ensino/Aprendizagem de modo a solucionar os problemas de fenômenos que ocorrem em toda a sua vida a partir do conhecimento adquirido para que o indivíduo possa aplicá-lo em toda à sua existência. Segundo Edgar Morin (op.cit.) “essa reforma deve começar no Ensino dos professores”, ou seja, no processo da sua formação.
karmem 10/04/2010