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- Profissional Inscrita na ABPp Nº 821 Atendimento Psicopedagógico a crianças e adolescentes com: Dificuldades de aprendizagem em geral. Uma Pedagoga e Psicopedagoga que acredita na afetividade e humanização atraves da educação.
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refrão)Vem dançar, vem requebrarVem fazer o corpo se mexerAcordarÉ a mão direita, mão direita, mãoDireita agora,A mão direita, que eu acordar.É a mão esquerda, a mão esquerda,A mão esquerda agoraAs duas juntas que eu vou acordar(refrão)É o ombro direito, é o ombro direito,É o ombro que eu vou acordar.É o ombro esquerdo, é o ombroEsquerdoOs dois juntos que eu vou acordar(refrão)É o cotovelo direito, é o cotoveloDireitoÉ o cotovelo que eu vou acordarÉ o cotovelo esquerdo, é o cotoveloEsquerdoOs dois juntos que eu vou acordar(refrão)É o braço direito, é o braço direitoÉ o braço que eu vou acordarÉ o braço esquerdo, é o braçoEsquerdoOs dois juntos que eu vou acordar(refrão)É o joelho direito, é o joelho direitoÉ o joelho que eu vou acordarÉ o joelho esquerdo, é o joelhoEsquerdo,Os dois juntos que eu vou acordar(refrão)É o pé direito, é o pé direito, é oPé direito agoraÉ o pé direito, que eu vou acordarÉ o pé esquerdo, é o pé esquerdoÉ o pé esquerdo agoraOs dois juntos que eu vouAcordar(refrão)É a cabeça, os ombros, as mãos,Cotovelos e braçosQue eu vou acordarA cintura, a barriga, o bumbum,Os joelhosTudo junto que eu vou acordar
Bia Bedran letras
Dormir é sonhar e sonhar é uma necessidade neurofisiológica. Estudos do campo da Psicologia têm determinado que a privação do sono acarreta sérias consequências mentais e físicas.
As descobertas de Freud, de que os sonhos têm um conteúdo psicológico fundamental revolucionaram o estudo da mente. Antes os sonhos eram tidos como meros efeitos de um trabalho desconexo, provocados por estímulos fisiológicos. Os conhecimentos desenvolvidos por Freud trouxeram os sonhos para o campo da Psicologia e demonstraram que estes são tão somente a realização de desejos, disfarçados ou não, satisfeitos em pleno campo psíquico.
Uma objeção que geralmente é feita à teoria freudiana do sonho como realização de desejo fundamenta-se nos pesadelos. Para alguns críticos há pesadelos dificilmente explicáveis como realização de um desejo, uma vez que chegam a ser tão penosos que até interrompem o sono. No terceiro capítulo de nossa pesquisa incluiremos um ítem específico sobre este tipo de sonhos. De antemão, salientamos que Freud anulou esse argumento de modo engenhoso. Demonstrou que existem desejos sádicos e masoquistas que produzem grande ansiedade, mas nem por isso deixam de ser desejos que o sonho satisfaz.
A ATIVIDADE DOCENTE É SOLITÁRIA
Uma das características mais marcantes do trabalho do professor é que, ao dar aulas, ele está sozinho com seus alunos. Trabalha com independência e tem liberdade para lidar com a turma à sua maneira. Na realidade, cada professor tem seu próprio território. Ele é o gerente deste espaço. A sala de aula é o seu reino.
Embora tenha seus atrativos, esta situação acarreta sérias desvantagens. Senão, vejamos. A forma precisa como o professor atua em sala de aula estrutura-se, principalmente, a partir de dois eixos: sua formação profissional inicial e o que tem um grande peso - a experiência que adquire na prática.
E qual é a experiência cotidiana do professor?
Logo nos primeiros momentos de uma aula, é ele que, sozinho, deve motivar todo um grupo de alunos para que comecem a estudar. No fim do dia de trabalho, ele volta sozinho para casa. Se o trabalho correu bem, ótimo.
Mas quando tudo dá errado, a frustração é grande.
É nesta hora que a desvantagem de se trabalhar isoladamente aparece mais: com quem o professor irá dividir sua ansiedade e suas dúvidas profissionais?
Quem irá ajudá-lo a parar um momento, pensar sobre o que aconteceu naquele dia e descobrir por que a aula correu mal? Quem irá perguntar: "E se você fizesse de outro jeito?".
O professor tem muita autonomia, sim. Mas o reverso da medalha é a solidão que uma autonomia excessiva acarreta.
É muito comum que os docentes não discutam entre si ou com a direção o que acontece em suas aulas, e as razões são simples:
• Não existe o costume de fazer isso;
• Não há tempo;
• Não se considera adequado reconhecer diante dos colegas que as aulas às vezes não correm muito bem;
• Há muitas reuniões, mas sem intercâmbio de idéias e impressões.
Nas escolas onde se consegue romper o isolamento do professor, este tem mais oportunidades de aperfeiçoar-se enquanto ser humano e profissional.