RAÇÃO HUMANA
segunda-feira, 18 de outubro de 2010 by Reciclagem de Artigos in

Ingredientes:
Farelo de trigo, farelo de aveia, gérmen de trigo, farinha de linhaça dourada, gergelim, levada de cerveja, cacau em pó, guaraná em pó, açúcar mascavo, quinua real, farinha de maracujá, extrato de soja.
MODO DE USAR:
2 colheres (sopa) misturado ao suco, leite desnatado + 1 fruta ou apenas no leite.
Substituindo o café da manha e o jantar.
Pedidos: 9932-9283/9984-0072

Com Odisléia

Dinâmica do corpo humano
by Reciclagem de Artigos in

Esta atividade é muito divertida e trabalha: interação relacional, criatividade, substantivo comum, adjetivos, tamanhos, substantivo próprio, a evolução do homem, higiene e tantas outras questões que possam a imaginação criar.
Distribui-se 2 pedacinhos de papel para cada participante( podem participar até 66 pessoas da mesma atividade). Quanto mais participante mais interessante fica.
Primeiramente cada um escreve em um pedaço de papel uma parte do corpo. Não pode ser repetida( ex: dedo mínimo da mão direita). è falado para que não se repita. No outro pedaço de papel escreve-se uma qualidade daquela parte escolhida( grande, pequena, azul etc...)- esta pode ser repatida.
Após todos terem escrito as duas questões, pede-se que eles montem a figura desenhando cada um a sua parte, ou seja, terão que pensar no como iniciar o desenho, pois as vezes não se coloca a cabeça mas se coloca o cabelo e ai.......
Esta atividade é interessante pois acaba virando um monstro, mas voc~e trabalha com muitos itens ao mesmo tempo e ajuda a gravar conceitos que as vezes muitos tem dificuldade em memorizar.
Espero que ajude e seja divertido para voces também, como foi para o meu grupo.

10 REGRAS FÁCEIS PARA EDUCAR SEUS FILHOS
domingo, 15 de agosto de 2010 by Reciclagem de Artigos in

10 REGRAS FÁCEIS PARA EDUCAR SEUS FILHOS:

1 – As atitudes no dia-a-dia são mais importantes que os conselhos.
Os filhos aprendem muito mais observando o comportamento dos pais do que os ouvindo.

2 – Demonstre afeto incondicional por seu filho. Isso não o tornará mimado.
É muito saudável abraçar e beijar os filhos, independentemente da idade.

3 – Envolva-se com a vida de seu filho.
A falta de monitoramento aumenta os riscos deles se envolverem com drogas, álcool e delinqüência e de gravidez precoce.

4 – Mude a forma de tratar a criança de acordo com as etapas de crescimento.
A técnica que funciona em determinada idade é um desastre em outra.

5 – Estabeleça regras e limites desde cedo.
Com o tempo, eles ajudam seu filho a administrar o próprio comportamento.

6 – Encoraje seu filho a se tornar independente.
Muitos pais, erroneamente, associam a busca por independência à rebeldia, à desobediência e ao desrespeito.

7 – Seja coerente.
Se as regras do jogo mudam a cada dia, ou são esquecidas, a culpa pelo mau comportamento é dos pais, não da criança.

8 – Evite castigos e agressões verbais
A punição é necessária, mas acompanhada de violência ela tem efeito nocivo a curto e a longo prazo.

9 – Explique suas regras e decisões e ouça o ponto de vista de seu filho.
Ele aceitará suas ordens com mais facilidade se entender que elas fazem sentido.

10 – Trate seu filho com respeito.
A criança trata os outros da forma como é tratada pelos pais.

São regras que não precisam ser seguidas ao pé da letra, mas consideram que eles fornecem uma boa margem de segurança a pais, que, de outra forma, estariam desorientados diante do desafio de criar seus filhos.

Dicas de como educar os filhos sem brigas:

1. A criança deve ter uma rotina para sentir-se segura, pois saberá quais são as atividades do dia. A partir dos seis anos os horários podem ser mais flexíveis.

2. Os pais devem passar um tempo de qualidade com seus filhos e elogiá-los.

3. Quando for dar bronca, fique na mesma altura que seu filho. Esta técnica mostra consideração ao menor.

4. Converse com clareza e sempre explique o porquê de determinada atitude, comportamento ou punição.

5. Uma forma de ensinar conceitos de responsabilidade é incentivar seu filho a organizar os brinquedos e o quarto.

(Fonte: Jornal Metro – 27 de julho de 2010)






10 dicas para ensinar seus filhos a gostarem de ler:

Como pai (ou mãe), você é a pessoa que mais influencia na educação de seus filhos. Um dos seus (muitos) papéis é ajudá-los a aprenderem e a gostarem de ler.
Aqui estão algumas sugestões sobre como você pode ajudar a tornar a leitura uma experiência positiva, desde cedo
1. Escolha uma hora bem calma
Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.
2. Faça da leitura um prazer
A leitura precisa ser algo prazeiroso. Sente com seu filho. Tente não fazer pressão se ele ou ela estiverem indispostos. Se a criança perder interesse, faça algo diferente.
3. Mantenha o fluxo
Se ele pronunciar uma palavra errada, não interrompa imediatamente. Ao invés disso, dê a oportunidade para auto-correção. É melhor ensinar algumas palavras desconhecidas para manter o fluxo e o entendimento da frase do que insistir em fazê-lo pronunciar o som exato das letras.
4. Seja positivo
Se a criança diz algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.
5. Sucesso é a chave
Pais ansiosos para que seus filhos progridam podem, erroneamente, dar livros muito difíceis. Isso pode causar o efeito oposto ao que eles estão esperando. Lembre-se “Nada faz tanto sucesso quanto o sucesso”. Até que seu filho tenha adquirido mais confiança, é melhor continuar com livros fáceis. Pressioná-lo com um livro com muitas palavras desconhecidas não vai ajudar, muito pelo contrário. Não haverá fluxo, o texto não vai ser entendido e provavelmente a criança vai se tornar relutante com a leitura.
6. Visite a Biblioteca
Encoraje seu filho a retirar livros na biblioteca pública. Leve-o até lá e mostre, com calma, tudo que ele precisa.
7. Pratique regularmente
Tente ler com seu filho todos os dias da semana. “Pouco, mas freqüentemente” é a melhor estratégia. Os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.
8. Converse com o pimpolho
Provalvemente seu filho tem um dia de leitura na escola (Se não tem, vá lá e faça com que tenha, ora). Sempre converse com ele e faça comentários positivos. Assim a criança vê que você está interessado em seu progresso e que você valoriza a leitura.
9. Fale sobre os livros
Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre fale com seu filho sobre o livro, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim você vai ver como está o entendimento dele e poderá ajudá-lo a desenvolver uma boa interpretação.
10. Varie sempre
Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo, livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges).

http://www.lendo.org/dicas-para-incentivar-a-leitura-nas-criancas/


Família e Escola: parceria necessária
segunda-feira, 26 de abril de 2010 by Reciclagem de Artigos in

Por cerca de dois séculos, família e escola viveram em lua-de-mel. O que a escola determinava, fossem tarefas ou sanções, a família endossava. Assim, crianças e jovens sentiam, nas figuras de autoridade que as orientavam, coesão e homogeneidade. Com isso, o poder educacional das duas instituições alimentava-se mutuamente. E as novas gerações adquiriam seus valores e seus saberes (intelectuais e morais) sem maiores problemas. De repente, observa-se que já não existe essa fé: os pais parecem estar desconfiados de professores e vice-versa. É como se repentinamente o encantamento tivesse se quebrado. O comum hoje é os pais irem à escola questionar desde as tarefas escolares até a avaliação e o calendário, ou, depois de matricularem os filhos, entregarem à escola toda a problemática relacionada à educação (quer se trate de conteúdo ou de formação ética). Ambas as atitudes em nada contribuem para o crescimento intelectual e afetivo de nossas crianças. Se a relação está abalada, devemos buscar as causas para aplainar as arestas que muitas vezes nascem de idéias equivocadas, veiculadas por alarmistas que sequer detêm conhecimentos pedagógicos fundamentando suas críticas. Uma coisa, porém, é certa: quando pais não confiarem mais na escola (e vice-versa), o caos estará instalado e nossos filhos, perdidos.

Acompanhar e zelar para que os filhos recebam da escola a formação necessária é um direito e um dever dos pais. Não se trata, portanto, de postular que o “magister dixit” reencontre espaço numa época em que a razão e a consciência devem ser as molas-mestras das ações de todos. Trata-se antes de evitar que a desconfiança floresça, alimentada pela insegurança que permeia as relações sociais de hoje e que começa a minar também a crença da família na ação da escola.

Por que essa confiança se perdeu? Por vários motivos. Um deles é o fato de que muitos pais têm hoje conhecimentos que os tornam capazes de perceber falhas ocasionalmente cometidas pelas escolas. Mas esse seria o lado positivo, se não houvessem muitos conceitos mal compreendidos. Daí que, por vezes, as reclamações tornam-se infundadas. Reclamar é um direito. Resta saber, do quê e de que forma fazê-lo para não comprometer a confiança que nossos filhos depositam em seus mestres. Talvez seja muito mais perniciosa para uma criança a desconfiança em seus orientadores, do que o fato de esse sentimento ter ou não fundamento.

Algumas agências educacionais de fato atuam quase que exclusivamente voltadas para o lucro. Qualquer instituição tem que, obviamente, ser saudável administrativamente, o que significa arcar com os compromissos e sobreviver com dignidade. Mas quando se vê que algumas agem apenas em função do sucesso financeiro, pode-se compreender porque a confiança se esvai. A essa lógica equivocada, poderia contrapor que a melhor forma de tornar uma escola lucrativa é investindo na qualidade da educação. É uma fórmula quase milagrosa...

Outro fator é o crescente assoberbamento de funções dos professores: orientação sexual, ecológica, ética, de trânsito são algumas das tarefas que se somaram ao currículo, sem uma contrapartida de incremento de tempo e infra-estrutura que possibilitem um trabalho docente eficiente. O que também concorre para a falta de confiança na ação das escolas. Não significa, no entanto, que tudo está perdido, nem que todo professor trabalhe mal. Pelo contrário, em meio a tanta dificuldade - má remuneração, carga horária imensa, excesso de alunos em sala de aula, falta de limites e de recursos - encontramos milhares de educadores que não abandonam a luta por motivar, ensinar, formar e mostrar aos seus jovens alunos a beleza e o poder das idéias...

Decerto existem outros fatores que agravam o descasamento família/escola. Como, porém, enfrentar essa problemática antes que ela se torne irreversível? É claro que não podemos, num artigo, apresentar soluções para questões estruturais. No entanto, no que tange à relação família x escola, podemos partir de um olhar objetivo, sem preconceitos mútuos. Significa dizer que a solução imediata depende do desejo real de entendimento e harmonização de ambas as partes.

Por parte dos pais constitui, por exemplo, saber priorizar o que é essencial para que os filhos caminhem em direção ao saber e à socialização. Isso inclui posicionar o projeto pedagógico como o quesito “número um” na escolha da escola - e a confiança na opção feita, como base para uma parceria verdadeira.

Por parte da escola, compreende o oferecimento de estratégias eficazes de ensino, avaliação e recuperação. Sem falar da necessidade inquestionável de manter professores atualizados, com domínio de conteúdo e de metodologia. Inclui também, de ambas as partes, a compreensão do conceito de conflito como situação manejável e até enriquecedora, bem distinta de confronto. A presença dos pais na escola, trabalhada adequadamente, traz enfoques de grande valia para o processo pedagógico.

Fundamental é que a credibilidade da agência educadora seja mantida – para o bem dos nossos jovens e da sociedade como um todo.

Multidisciplinaridade; Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade
sábado, 10 de abril de 2010 by Reciclagem de Artigos in

Multidisciplinaridade; Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade
Inter = entre um e outro, entre dois, duplo
multi = muitos, múltiplos, multiplicação, diversos
trans = transferência, transformação, trânsito
Uma equipe Interdisciplinar, ou seja, entre umas e outras equipes.
Uma equipe multidisciplinar porque estão envolvidas mais do que duas equipes.
Equipe transdisciplinar porque ocorrem trocas entre o que é interno e o que é externo à nossa pesquisa
a grande diferença entre os três é que o interdisciplinar e o multidisciplinar estão ainda presos às disciplinas. Ao passo que o transdisciplinar quer ir além

No currículo escolar, sua importância para a Educação, assim como, sua contextualização/globalização dos conteúdos, competências a serem desenvolvidas, uma prática pedagógica que reúne tais características é justamente a Interdisciplinaridade. Com isto, o Ensino/Aprendizagem deve ser estruturado na Interdisciplinaridade, propondo uma integração das diferentes áreas do conhecimento, levando a sua unificação, cooperação e troca de informações cabendo, portanto, ao professor iniciar esse processo.
Realizar uma nova conexão entre a teoria e a prática na escola e comprovar se está sendo realizado um ensino globalizado. A intenção de que o aluno globalize os conteúdos e as aprendizagens é uma das orientações expressas pela atual reforma educativa, e também uma preocupação do professorado, pela adequação de seu trabalho à realidade social e cultural contemporânea.
O desenvolvimento de uma pedagogia, ou mais precisamente de uma pedagogia de projetos que possibilite ao professor criar suas próprias teorias e praticá-la relacionada com o que este trabalho proponha.

As definições teóricas conceituais sobre as relações entre as diferentes disciplinas podem se dar em três níveis de organização: Multidisciplinaridade; Interdisciplinaridade e mais recentemente a nova Transdisciplinaridade
A prática do ensino dos professores sendo transdisciplinar é diferente da prática de ensino dos professores interdisciplinar ou multidisciplinar e muito diferente da prática dos professores disciplinar.

A Multidisciplinaridade trata da integração de diferentes conteúdos de uma mesma disciplina, porém sem nenhuma preocupação de seus temas comuns sob sua própria ótica, articulando algumas vezes bibliografia, técnicas de ensino e procedimentos de avaliação de conteúdos. Na Multidisciplinaridade, recorremos a informações de várias matérias para estudar um determinado elemento, sem a preocupação de interligar as disciplinas entre si. Neste caso, cada matéria contribui com suas informações pertinentes ao seu campo de conhecimento, sem que houvesse uma real integração entre elas. Essa forma de relacionamento entre as disciplinas é a menos eficaz para a transferência de conhecimentos para os alunos

As disciplinas interagem entre si em distintas conexões, existe uma coordenação. O professor tentará formar o seu aluno a partir de tudo que ele estudou na sua vida. O ensino baseado na Interdisciplinaridade proporciona uma aprendizagem bem estruturada e rica, pois os conceitos estão organizados em torno de unidades mais globais, de estruturas conceituais e metodológicas compartilhadas por várias disciplinas, cabendo ao aluno a realização de sínteses sobre os temas estudados.
Quanto a Transdisciplinaridade é uma pedagogia de educação proposta recentemente, com vinculação à complexidade, do pensamento complexo e epistêmico, sendo tratado com muita propriedade por Edgar Morin. Nesta pedagogia as relações não iriam apenas de integração das diferentes disciplinas, está nova elaboração do Ensino/Aprendizagem e vão muito além; para ela não devem existir fronteiras entre áreas do conhecimento e à interação chega a um nível tão elevado que é praticamente impossível distinguir onde começa e onde termina cada disciplina.
Nesta pedagogia as relações entre as disciplinas consistem em proporcionar aos alunos, aos adolescentes que vão enfrentar o mundo do terceiro milênio, uma cultura, que lhes possibilitará articular, religar, contextualizar, situar-se num contexto e, se possível, globalizar, reunir os conhecimentos que foram adquiridos em toda à sua vida.

Esse novo paradigma da complexidade e também que trata da nova Transdisciplinaridade é implica na reforma do pensamento dentro do processo de ensino/Aprendizagem, portanto, deve gerar-se a partir dos próprios professores e não do exterior, também contém uma necessidade social-chave, que é colocada por MORIN
(op.cit.) “formar cidadãos capazes de enfrentar os problemas de seu tempo”. Uma mudança dessa escala deve ser desenvolvida no Ensino/Aprendizagem de modo a solucionar os problemas de fenômenos que ocorrem em toda a sua vida a partir do conhecimento adquirido para que o indivíduo possa aplicá-lo em toda à sua existência. Segundo Edgar Morin (op.cit.) “essa reforma deve começar no Ensino dos professores”, ou seja, no processo da sua formação.
karmem 10/04/2010

PLANO DE AULA RESCREVENDO HISTORIAS
domingo, 14 de fevereiro de 2010 by Reciclagem de Artigos in

Introdução
Em sociedades letradas, desde muito cedo, as crianças demonstram interesse e fazem reflexões sobre a função e o significado da escrita. Para que possam escrever autonomamente, é preciso que entrem em contato com diversos tipos de textos já nas quatro séries iniciais do Ensino Fundamental. O professor deve apresentar aos alunos poesias, receitas, contos, fábulas, lendas, cartas etc.
Os contos de fadas, por exemplo, têm uma estrutura complexa e são importantes no processo de alfabetização, pois neles ocorre uma narrativa perfeita, com a seqüência apresentada sempre da mesma forma: cenário, problema, construção do clímax da história, clímax, resolução do problema e desfecho. Além do mais, a identificação emotiva entre os alunos e os personagens predispõe as crianças à leitura.
Com as atividades propostas a seguir, as crianças darão um passo para a percepção de elementos da linguagem escrita. Perceberão elementos lingüísticos e discursivos e avançarão com relação ao domínio das normas da Língua Portuguesa. Terão também oportunidade de produzir algo com uma finalidade sócio-cultural e vivenciar uma prática que ocorre normalmente fora da escola, como escrever livros.
Objetivos
Ao final deste trabalho, os alunos serão capazes de:
• demonstrar conhecimento de diferentes contos de fadas;
• produzir e revisar textos;
• refletir sobre o uso das convenções que normatizam os usos da Língua Portuguesa com relação à ortografia;
• comunicar-se e expressar-se através de situações de intercâmbio social, elaborando e respondendo perguntas.
Conteúdo específico
Produção e revisão textual
Ano
5º e 8º séries
Tempo necessário
Dez aulas
Material necessário
Giz, lousa, papel sulfite, canetas coloridas, lápis de cor, livros de contos-de-fadas.

Desenvolvimento das atividades
Primeira etapa
Faça no quadro-negro ou em um cartaz uma lista, em ordem alfabética, dos contos tradicionais mais conhecidos pela turma. Diariamente, reserve um tempo para ler com a classe as histórias escolhidas.

Segunda etapa
Escolha com o grupo uma das histórias e leve para a classe várias versões para ler com as crianças, destacando semelhanças e diferenças com relação a: tipo de texto, organização do texto, personagens que compõem a história, seqüência em que se desenrola a trama, tempo em que as histórias se desenvolvem e cenários.

Terceira etapa
Discuta com o grupo algumas características e formas de organização dos contos.

Quarta etapa
Faça um planejamento da escrita. Assegure-se de que o tipo de texto que será produzido foi trabalhado em sala, com a discussão sobre a estrutura dos diálogos e a observação de todos os aspectos textuais. Proponha então a produção coletiva e individual de novas versões para um conto. Por exemplo: "Agora, que vocês já ouviram diversas versões sobre a história 'Os Três Porquinhos', crie a sua, mantendo os principais elementos dos textos lidos: personagens, estrutura narrativa etc."

Quinta etapa
Faça revisões dos textos coletivos em roda, destacando os elementos que exigem maior atenção.

Sexta etapa
Faça cruzadinhas, jogos de forca ou stop utilizando variações que sistematizem dificuldades ortográficas, como o uso de x, ch, ç, ss, s. O bingo de palavras pode envolver as que apresentaram mais erros.

Sétima etapa
Crie com a classe uma legenda para as correções de textos como
______ : erro de ortografia
( ): erro de vocabulário
+ : erro de pontuação
* : letra maiúscula
** : erro de acentuação

Exemplo: "Os porcinhos forão para o Egito, mas como não sabiam falar a língua (egitana) não podiam conversar +O mais velho, que se chamava *edu, teve uma **ideia que contou para o irmão do meio."
Proponha uma revisão dos textos individuais em duplas, usando a legenda criada para correções.

Produto final
Finalize a atividade, pedindo ilustrações para a nova versão do conto e a criação de um livrinho para ser lido por outras classes.
Avaliação
Durante o desenvolvimento da atividade, é possível avaliar como o aluno:
• utiliza em outros contextos de produção escrita, os conhecimentos que constrói a respeito da pontuação (veja o 1º objetivo);
• usa seus conhecimentos diante do texto para pontuá-lo a fim de atribuir significado a ele (veja o 2º e o 3º objetivos);
• argumenta para defender o seu ponto de vista (veja o 4º objetivo);
• colabora com o grupo (veja o 5º objetivo)
Contextualização
Esta proposta permite que os alunos trabalhem com contos tradicionais, um tipo de texto que a maioria das crianças já conhece. Isso proporciona uma situação favorável para se trabalhar com as normas da Língua Portuguesa; os momentos adequados para ler, ouvir, falar e escrever; a utilização de diversos tipos de registros (lista, livro); a linguagem escrita como forma de organização de informações; a maneira culturalmente adequada para escrever.

Plano de Aula
Texto sem enrolação
Objetivos
Discutir formas de iniciar narrativas e desenvolver técnicas de construção de textos.

Introdução
Como afirma a reportagem de VEJA, prender a atenção de um leitor logo nas primeiras linhas de um texto é tarefa árdua. Nada garante que você vá chegar até o fim da página, a não ser a habilidade desta redatora em convencê-lo de como o assunto em pauta é adequado para seus alunos. Eles irão saber, entre outras coisas, que todo texto é dirigido a um interlocutor específico e que argumentar com exemplos é mais do que “encheção de lingüiça”.

Persuasão planejada
Apresente aos alunos o conceito de dissertação – ordernar conceitos e idéias a fim de alcançar conclusões que têm o objetivo definido de convencer alguém. Mostre que dissertar é algo comum no cotidiano e não uma atividade restrita ao mundo escolar. Todo mundo disserta o tempo todo. O “garotão” tenta convencer a “gatinha” a “ficar” com ele, o político tenta persuadir o eleitor e conquistar seu voto. Por outro lado, a argumentação deve ser adequada ao perfil social e psicológico de quem se quer convencer.

Argumentos exemplares
Leia com os estudantes o material de VEJA. Em seguida, peça para que tentem explicar de que forma ela busca convencer seu leitor de que “o bom início é aquele que é surpreendente”. A estratégia adotada é a exemplificação, combinada com os comentários tecidos a partir de cada exemplo. Os inícios de textos narrativos famosos apresentados são tão díspares uns dos outros, que parece inevitável chegar à conclusão de que “os melhores começos não cabem nos manuais”. Proponha, então, uma reflexão sobre o modo como a exemplificação é usada pelos alunos em diferentes situações do dia-a-dia em que precisam dissertar sobre alguma coisa. Tente levá-los a perceber que esse recurso só faz sentido quando realmente tem função argumentativa e não serve apenas para “encher lingüiça”.

Leitor ideal
Comente com a turma que narrar também é uma atividade que vai além das redações. Quando se conta uma piada ou o que aconteceu numa viagem, por exemplo, obrigatoriamente se produz uma narrativa. O texto narrativo ficcional é um universo criado pelo autor, e tem de ser apresentado de alguma forma ao leitor – daí a relevância das primeiras linhas. Mais do que surpreendente, a abertura de uma narrativa tem de ser “pedagógica” e instruir o leitor sobre o que o espera no universo que ele pretende penetrar, dando-lhe a opção de prosseguir com a leitura ou não. Para o escritor italiano Umberto Eco, as primeiras páginas são como um “obstáculo penitencial”, capaz de criar o “leitor adequado para as páginas seguintes”. Eis um bom tema para discutir com seus alunos: para quem eles escrevem quando você lhes solicita um texto narrativo?

Conclusão
Encerre as discussões perguntando aos alunos se a argumentação da reportagem é bem-sucedida ou não, levando-se em conta a quem se destina o referido texto. Como é esse leitor? Ele é especializado no assunto “narrativas” ou trata-se de um público genérico? A linguagem e o recurso da exemplificação são adequados a ele? As conclusões servirão para mostrar como o perfil do leitor é fundamental na elaboração de uma argumentação.

Atividades práticas
1. Proponha aos alunos que elaborem textos narrativos a partir dos vários inícios apresentados na reportagem. Cada um deve escolher o início que mais lhe agrada. Não deixe de fazer leitura e comentário para a classe dos textos produzidos.

2. Divida a turma em grupos e peça que cada um traga para a aula um determinado jornal. Cada equipe deve tentar estabelecer o perfil do leitor a que é destinado o jornal a partir do nível de linguagem, da diagramação, do encaminhamento dos assuntos e da argumentação. É imprescindível que os jornais sejam diferentes entre si (publicações locais, de circulação nacional ou de áreas específicas).

Objetivos
Analisar elementos de estilo em um texto, discutir o papel argumentativo do estilo

Introdução
Não existe receita para a criação de um bom texto, mas quem se propõe a executar a tarefa conta com os diversos "ingredientes" ou recursos de que a Língua Portuguesa dispõe. Somados, eles formam o estilo do autor, que, a exemplo dos melhores cozinheiros, "tempera" suas obras com pitadas de criatividade e bom senso. A reportagem de VEJA emprega adjetivação e coloquialismo, entre outros elementos, para convencer o leitor mais cético de que há saladas deliciosas. A aula estimula seus alunos a enriquecer suas redações com charme e eficiência.

Atividades
1. Comente com a classe a origem da palavra texto: textum é o particípio do verbo latino texere, que significa tecer. Tecer um texto, portanto, exige o entrelaçamento de palavras e frases, a costura de períodos e parágrafos. Nesse trabalho de tecelão, o redator aplica diversos recursos e estratégias, criando um produto cujos aspectos formais, quando bem-articulados, adquirem por si mesmos um significado. Uma das maneiras de se definir estilo é essa - a capacidade do produtor de textos de imprimir em sua obra o talento individual e as marcas de sua arte e sua técnica.

2. Peça à turma que leia o texto "Estrela verde". Depois, leia-o em voz alta e cadenciada, evidenciando algumas de suas qualidades estilísticas. Tramando e compondo os elementos apontados, Aida Veiga produziu um texto de boa realização estilística. Ela exercitou, ainda, outro aspecto que o texto final não revela: a concisão. Sua redação original previa ocupar três páginas da revista. Destaque a felicidade do primeiro parágrafo, cujo teor captura a atenção pelo colorido rítmico e pela cumplicidade que cria com o leitor ao admitir que comer salada já foi uma "insossa obrigação".

3. Pergunte à classe se o estilo pode ou não ter um papel político na comunicação falada e escrita. Textos que tenham as qualidades formais como principal mérito são modelos a seguir ou a evitar? Uma excessiva preocupação com a forma indica pobreza de conteúdo, tema frívolo ou intenção de não aprofundar a abordagem de uma questão?

4. Os alunos devem trazer para a escola editoriais de jornais e revistas, que serão lidos e comentados. O estilo desses textos é mais ou menos rebuscado que os demais? Por quê? Mostre que o rebuscamento tem valor argumentativo: os veículos impressos "capricham" nos editoriais porque crêem na linguagem formal para expor a opinião da empresa.

5. Peça aos alunos que reescrevam o primeiro parágrafo do texto de VEJA, substituindo seus adjetivos por outros à escolha deles. Compare os resultados em sala de aula. Faça propostas semelhantes para os demais parágrafos da reportagem, trocando os substantivos do segundo, os verbos do terceiro e do quarto e, finalmente, os adjetivos do último.

Redação Leve e Gostosa
ADJETIVOS
Já no subtítulo da reportagem, o encadeamento de adjetivos produz seqüências de leitura agradável: "sofisticadas, bonitas e gostosas". O procedimento se repete ao longo do texto: "initerrupta e generalizada", "verdinhas e crocantes". O recurso, que destaca qualidades objetivas e subjetivas, é usado para atrair a simpatia e manter o interesse do leitor.

SIMETRIA
A coordenação de substantivos e adjetivos aparece em construções sintaticamente equilibradas, um recurso rítmico importante: "uma bela massa, um filé suculento, um risoto caprichado", "ingredientes impensáveis e molhos exóticos". Em outros casos, a simetria é construída a partir de termos mais complexos: "com engulhos pelas crianças e com resignada aceitação pelos adultos".

VOCABULÁRIO
A escolha de palavras de sonoridade atraente ou exótica enriquece o texto e, no mínino, estimula a curiosidade do leitor: aboletou-se, endívias, gergelim, galgado, insossa. Termos estrangeiros também "temperam" a reportagem: light, funghi, chefs, fast-food, chicken-salad, bowls, denotando as influências externas na linguagem gastronômica.

COLOQUIALISMO
Em muitos momentos, o texto aproxima-se do leitor pelo tom de conversa familiar: "O.k., acelga não tem graça nenhuma...", "Tomate e pepino, argh!", "Quem empurrou a salada para a área nobre...". Para conferir conteúdo ao texto, Aida Veiga também se vale de dados estatísticos. O leitor fica sabendo que, nos Estados Unidos, 82% dos restaurantes servem saladas como pratos principais. "Foi a partir dessa informação que eu tive a idéia de fazer a reportagem", conta a redatora.

ROTEIRO
Antes de escrever, a jornalista traçou um roteiro mental para se organizar. A argumentação quer convencer o leitor a comer salada e revela essa intenção desde o primeiro parágrafo. Em outro trecho, a redatora assume a posição do desafeto das saladas e tenta convencê-lo de que as novas opções tornaram o prato palatável: "a saladinha sem gosto ganhou ingredientes de dar água na boca".

VERBOS
A redatora usou criteriosamente os verbos dicendi: dizer, contar, afirmar, constatar e confessar modulam os testemunhos, que vão do tom neutro ("diz Sílvia Amaral") até a intimidade exagerada ("confessa a empresária Beatriz Lemgruber"). A confissão, no segundo caso, sugere implicitamente que sonhar com um prato de massa é, para quem faz dieta, um ato condenável, um pecado.

Como elaborar projetos a partir dos PCNs
sábado, 13 de fevereiro de 2010 by Reciclagem de Artigos in

A necessidade de desenvolver capacidades, no sujeito aprendiz, é um dos mais importantes objetivos dos Parâmetros Curriculares Nacionais. O desenvolvimento dessas capacidades pode gerar atitudes como autonomia, análise, reflexão etc., essenciais à formação do cidadão integral.
Tais capacidades poderão ser desenvolvidas segundo as orientações de atuação com os conteúdos. Estes devem ser trabalhados não só de forma conceitual, mas também procedimental. Assim, o aprendiz passa ser o agente que desenvolve o processo em todas as etapas do procedimento.
Outra importante orientação dos PCNs refere-se ao trabalho de forma atitudinal com os conteúdos, gerando comportamentos analíticos e reflexivos frente a determinadas problemáticas apresentadas nos conteúdos e presentes em seu contexto social.
Com referência à didática, as orientações voltam-se para a interação do sujeito-aprendiz com o objeto de conhecimento e, também, para a promoção de um estreito contato com os demais membros da equipe. Diante destes parâmetros, resta ao professor buscar formas de nortear sua práxis educacional.
Nesse contexto, apresentamos o trabalho com Projetos, sugerindo dinâmicas que privilegiem tais orientações. Para tanto, definiremos as etapas de um Projeto, não de forma rígida e impositiva, mas de uma maneira naturalmente seqüencial. O aprendiz planeja, executa procedimentos, analisa e reflete sobre problemáticas e apresenta soluções.
Consideramos um Projeto como uma ação de investigação, onde o aprendiz pesquisa, analisa, elabora, depura, reelabora, apresenta suas aquisições e reflexões a respeito do objeto de investigação e, por fim, faz uma (auto)avaliação e uma (auto)crítica, tanto dos seus trabalhos como dos demais, com o intuito de melhor executar os próximos Projetos.
Em termos de vantagens de se trabalhar com a dinâmica de Projetos, podemos destacar:
- Tira o aluno da passividade;
- Possibilidade de trabalho nas diferentes áreas do conhecimento;
- Aprendizagem de forma mais ampla.
Desta forma, esperamos conseguir mediar, para o aprendiz, o desenvolvimento de suas capacidades, o que, posteriormente, poderá resultar em atitudes críticas, analíticas e coerentes, pertinentes ao cidadão integral.
Para o professor, estamos sugerindo formas de sistematização da dinâmica de trabalho com Projetos em sua práxis, levando-o a criar um ambiente motivador, voltado para uma aprendizagem mais significativa, e auxiliando-o a transformar-se, efetivamente, em mediador do processo de desenvolvimento do conhecimento de cada um de seus alunos.
Resumo de curso ministrado pelo Prof. Nilbo Ribeiro Nogueira.
Teoria das Inteligências Múltiplas -Perguntas e Respostas
O que esta teoria apresenta de novidades para a área educacional?
Basicamente, os estudos do Prof. Gardner falam da pluralidade das inteligências, onde o aprendiz é possuidor de um espectro de competências que podem ser desenvolvidas, o que é bem diferente do conceito de sujeito inteligente ou não, mensurado e rotulado pelo seu QI. A teoria das I.M. abre possibilidades de potencialização de outras competências além daquelas trabalhadas nas áreas lógico-matemática e lingüística.
Na prática, qual é a diferença entre estas duas concepções?
Se o aluno for encarado como "pouco inteligente" por apresentar dificuldades em matemática, na lógica das ciências e na expressão lingüística, pouco ou nada poderá ser feito por ele, a não ser deixar que se evada dos bancos escolares. Por outro lado, na concepção das I.M. este aluno poderá desenvolver-se em outras áreas, tais como: musical, espacial, corporal-cinestésica, pictórica, naturalista, interpessoal e intrapessoal. Conhecendo estas outras possibilidades, o professor poderá mediar a aprendizagem nestas diferentes áreas e o aluno considerado "pouco inteligente" poderá desenvolver outras competências de seu espectro e se tornar um excelente artista plástico, atleta, político, ecologista etc.
Mas, como teoria, ela não apresenta referências metodológicas. Como é que o professor pode aplicá-la em seu dia-a-dia?
Gardner fornece algumas pistas, ao contar alguns exemplos de sucesso nas escolas americanas. Destas pistas, enfatizo particularmente o trabalho com Projeto, uma prática que, acredito, pode dar oportunidades a diferentes ações e estímulos nas diferentes áreas do conhecimento.
De certa forma, as escolas dizem já trabalhar com Projetos. Qual é então a novidade?
Não existe novidade além da forma com que são concebidos estes Projetos. Uma série isolada de matemática, por exemplo, sobre cálculo de áreas das bandeiras e do campo de futebol, não pode ser chamada de Projeto Copa do Mundo. Na concepção ideal de Projetos, o trabalho deve acontecer de forma interdisciplinar envolvendo diferentes atividades, onde o aluno se coloca diante de diferentes ações e experenciações, levantando hipóteses, descobrindo fatos, criando, depurando os resultados, recriando novas hipóteses e finalmente expondo seus resultados. Tudo acontecendo com ambiente e ações apropriados, recebendo diferentes estímulos necessários ao desenvolvimento das I.M. Outro grande problema da escola reside na não sistematização desse tipo de dinâmica, talvez até por desconhecer as etapas fundamentais de um Projeto.
O senhor falou em interdisciplinaridade. As escolas não escontram muitas dificuldades para colocá-la em prática?
Sim, é verdade, mas não é por isto que ela deverá ser descartada. Na realidade, a dificuldade em trabalhar de forma interdisciplinar é que o tema fica para todos e, na prática, não fica para ninguém. Acredito que uma boa forma de trabalhar a interdisciplinaridade é "dar um pai à criança", função que considero poder ser executada pela disciplina Ciências como elo deste processo, ou ainda, trabalhando com a concepção ideal de Projeto.
Qual a vantagem de se trabalhar desta forma?
Para o aluno, é uma forma de tirá-lo da passividade e colocá-lo diante de oportunidades de participar ativamente de seu processo de construção do conhecimento. Ao professor, é um auxílio para trabalhar seus conteúdos, não só de formas conceituais, mas também de formas procedimentais e atitudinais, fatores estes essenciais na formação do sujeito verdadeiramente integral.